a dor de não te ter?
Não sei como aguento...
Cada segundo é como um espinho
que sem dor nem piedade
se crava no meu coração.
E o meu coração chora
pela tua ausência,
pelo teu silêncio,
pelo teu desprezo...
São lágrimas de sangue
as que me lavam a cara!
Correm pelo meu rosto,
caem na folha de papel.
É com elas que escrevo...
Lágrimas de dor, de solidão!
É duro saber que a vida
é feita de espinhos!
Não sei como aguento...



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